terça-feira, 27 de junho de 2017

Dançando no Escuro

Oi, tudo bem? Poxa, parece que faz um tempo que eu não falo sobre filmes aqui. . .  Mas pelo menos tenho me mantido um pouco mais ativa do que o normal, isso é uma coisa boa, não é?

Bom, fazia um tempo que eu não assistia um filme que me prendesse tanto quanto "Dançando no Escuro". Para começar, eu assisti esse filme por causa de uma recomendação de uma pessoa que eu considero MUITO - porque nossos gostos são parecidos e ele é tão chato quanto eu para gostar de alguma coisa. A pressão para que eu assistisse foi tanta que vi no meio da madrugada mesmo. E valeu muito a pena!



"Dançando no Escuro", ou "Dancer in the Dark", é um filme do diretor Lars Von Trier (com quem eu tenho uma relação de amor e ódio), lançado em 2000 e traz a cantora islandesa Björk como a protagonista, Selma.
Apesar da Björk ser cantora, eu não esperava um musical. Mas é um ÓTIMO musical.

A estória é a seguinte: imigrante da Checoslováquia vivendo nos EUA, Selma trabalha em uma fábrica e sonha acordada com musicais - onde nada ruim acontece - enquanto poupa dinheiro levando uma vida bem modesta com o filho. O problema é que Selma está ficando cega devido a uma doença que também cegará seu filho.

O filme já é bem dramático nesse breve resumo, mas o desenrolar da estória consegue ser ainda mais tocante e o final. . . É impossível não se comover com o final, simples assim. Um final que te pega de surpresa, ao mesmo tempo que ri de você por não esperar uma coisa assim.
Era 2h da manhã de sábado quando eu terminei de ver o filme e minha cabeça estava tão atordoada depois de seguir o musical de Selma por 2h20 que eu não conseguia dormir. Precisava falar sobre "Dançando no Escuro". Tanto que estou escrevendo agora, três dias depois.

Até agora eu não superei uma das músicas - "I've seen it all", que tem a participação do meu queridinho Peter Stormare, foi indicada e teve a icônica apresentação com o vestido de cisne. Não consigo parar de escutar. E até me interessei pelas músicas da Björk, quem diria?

Não é sempre que um filme me faz ficar assim são pensativa. Admito que principalmente as músicas me fizeram rever muitos conceitos que eu tinha sobre a vida, a verdade e o universo (ok, isso foi exagero). Mas é, era sobre isso que eu queria falar...
"Dançando no Escuro" é um ótimo filme e meu coração está partido.
Vou terminar por aqui, com a frase final do filme. . .



sexta-feira, 16 de junho de 2017

Lista de Leituras

Ontem eu comentei um pouco dos livros que eu gosto e falei um pouco da minha última leitura preferida - "Battle Royale".

Hoje eu senti como se tivesse mais coisas para falar...

Aproveitando esse início de férias (ainda não estou de férias e nem estarei direito...), senti muita falta de leituras na minha vida.
Recomecei a ler BR no mês passado e hoje comecei a ler um livro que minha amiga Ana emprestou: "Memórias de uma Gueixa", que é uma leitura densa e ao mesmo tempo, muito fluída. Já estou na página 100 (considerando que comecei a ler há poucas horas... O livros é legal :)

Não sei se esse é um drama comum, mas sempre que eu passo em uma livraria (o que acontece com frequência), eu fico com vontade de levar TODOS os livros.

Há algumas semana, fui a um evento na Livraria Martins Fontes e, por causa do evento, fiquei um tempão andando por lá. Parece que as prateleiras cheias de livros chamam e todos os assuntos se tornam interessantes. Estou me surpreendendo cada vez mais com meu gosto para leitura...

Naquele dia eu esbarrei com um livro pequeno chamado "Mil Tsurus" ("Senbazaru"), de Yasunari Kawabata. Só de ler o primeiro capítulo eu já me peguei animada com a estória. Pesquisando mais tarde, descobri que este livro é bem antigo (1952) e o autor tem mais obras que parecem tão interessantes quanto, sem contar uma história de vida bastante interessante. Definitivamente "Mil Tsurus" me deixou curiosa :)

Outro livro que está na minha lista é "Garota Exemplar", da Gillian Flynn. Traços de suspense e um enredo misterioso são características que eu já percebi do livro, mas ainda não tive oportunidade se sossegar e ler. Nem vi o filme porque quero ser envolvida pela estória!

Ainda quero ler "Clube da Luta", de Chuck Palahniuk, porque gosto do filme. Fiquei interessada por "Sangue na Neve", de Jo Nesbø (mas esse eu admito que foi mais pela capa mesmo). Ainda quero ler mais do Stephen King (eu só li "O Iluminado" e "Carrie", além do "Sobre a Escrita")...

Ahhh... Sinto que falei, falei e não disse nada (´u`)...


Bom, por favor, fiquem com essa foto de árvore pelas no céu nublado.


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Coisinhas à toa... (Junho/2017)




Oi lá todo mundo no Brasil! (referências de 2013...


Tudo bem? Por aqui estou numa calmaria estressante... Meus últimos meses se basearam no meu TCC e eu apresentei ele ontem, então estou meio que sem ter o que fazer (até meu estágio recomeçar!!). Por isso resolvi escrever um pouco aqui...


Aí vem o dilema: escrever sobre o quê? Se minha vida tem se baseado em artigos científicos suuuuper interessante (-sqn)? Então eu vou me esforçar para falar sobre as coisas que eu gosto, coisas que comecei a gostar nesses últimos meses e tal, sem comentar nada sobre faculdade, ok?


É muito bobo se eu começar a falar sobre cabelo? Não? Ok.

Eu comecei a seguir um projeto chamado "Cronograma Capilar". Eu já tinha visto muita gente falando e fazendo, mas nunca tinha me interessado. 

2013!




Há algum tempo eu reclamava que meu cabelo não crescia; em 2013, meu cabelo estagnou na altura do ombro. Então resolvi tentar - "cuida que cresce", é o lema do próprio cronograma. Notei as mudanças no primeiro mês!






Comecei a fazer em maio, justo no dia do casamento da minha melhor amiga do Ensino Médio ❤


"Cuida que cresce" Não é que é verdade? 😂

Outra coisa que tem chamado muito minha atenção é maquiagem. É muito difícil eu sair para comprar alguma coisa, principalmente porque eu eventualmente me tornei muito chata com marcas.

No Natal do ano passado eu estava determinada a comprar algumas coisinhas para as festas de fim de ano. E acabei me apaixonando pelos produtos da Vult! 

Além de serem cruelty-free (ou seja, não testam em animais), alguns produtos são veganos (não tem ingrediente animal) e tem um preço bem acessível (o item mais caro foi R$20)! E é nacional!! Amor demais ❤


Comprei a água micelar, que eu uso como demaquilante e tônico depois de lavar o rosto. Ma-ra-vi-lho-sa!

O lápis de olho e o Kajal Carbon Black são ótimos também, bem marcantes e fáceis de aplicar e tirar.

O meu queridinho é o batom! Nunca curti muito batom e sempre preferi ficar mais no lado gloss/brilho labial da vida, mas esse tom rosa queimado virou meu xodó :) 


O melhor é que eu comprei todos os produtos em dezembro/2016 e ainda nenhum acabou! Estão todos dentro da validade e em perfeitas condições de uso! Sério, é muito bom!




Saindo o hall de produtos de beleza e entrando em atividades... Eu tenho me divertido muito fazendo as fotografias do instagram oficial do livro da minha irmã (@acasadashostesses).


Avião para Porto Alegre

 

Passei a pesquisar mais sobre técnicas de fotografia, que sempre foi uma paixão minha (sério, eu queria ser fotógrafa na 2ª série!) e é algo que me distrai bastante...



Também estou aprendendo a editar fotos e vídeos para projetos futuros :)








Fora da Casa das Hostesses, eu também gosto de tirar foto de coisas aleatórias que vejo na rua... Como diz o título, coisinhas à toa. 


 


Não tenho nenhuma experiência nem uma câmera profissional, faço as fotos com meu celular mesmo. Mas o resultado final geralmente me agrada e isso me faz feliz :)




Ainda sobre atividades... Uma coisa que me encanta muito são as obra do Tim Burton, eu tive o prazer de ir na exposição sobre ele que teve em SP e é um munda fantástico!




Meu gosto por ele é principalmente pelas bizarrices - sempre gostei muito do gênero terror/bizarro. As artes que o Tim Burton faz também me deixam A expo estava lotada de quadros e desenhos e era demais! (Infelizmente, não podia tirar foto lá dentro )

Sempre que posso, assisto algum filme dele, mesmo que eu já tenha visto um milhão de vezes. O último que vi foi "A Noiva Cadáver", essa semana mesmo.





Falando em artes, eu vou parar só para comentar que joguei um joguinho de celular recentemente e me apaixonei pelas artes do jogo. Chama "The End of the World" e conta, sem falar nada, a história de um homem após o fim do relacionamento...


Durante o jogo você revisita lembranças e **SPOILER ALERT** no fim, acaba sendo guiado para um dos finais: superar e tocar a vida ou matar o protagonista!



Sem querer, eu fui no final de matar o protagonista, mas, por erro meu mesmo, mudei de caminho e superei. 

Sim, eu buguei o jogo e salvei o moço de pular de um penhasco!

As artes de "The End of the World" são lindas! O jogo está disponível na Play store e é gratuito!


Continuando minhas bizarrices....Vamos falar de livros?


Como já citei, eu passei os últimos meses (digo, os dois últimos anos), afogada em artigos científicos, então li poucos romances. Mas é claro que abri algumas exceções.

Eu gosto de livros de terror, apesar de não encontrar muitos. Gosto de ficção científica, como os dois últimos que eu comprei - Planeta dos Macacos, do Pierre Boulle, e Eu, Robô, do Isaac Asimov. E romances como A Casa das Hostesses também fazem a minha cabeça.


Mas no último ano eu li um livro que fez minha cabeça demais! "Battle Royale" acompanha a estória de 42 estudantes de uma escola japonesa que são levados, pelo governo tirânico, à uma ilha e obrigados a matar uns aos outros para vencer o Programa. Essa é a premissa básica de um livro que conseguiu me prender por pais de 600 páginas e muita violência. 



O final me pegou um pouco de surpresa (não tanto)e o livro escalou rapidamente para o meu top 5 de preferidos. Estou relendo pela 3ª vez e eu adoraria fazer um trabalho de Psicologia com essa estória!

Por último, mas não menos importante... Vamos falar um pouco dela, que é a minha sanidade neste mundo caótico. Música!











**Essa arte maravilhosa é do livro do Felipe Guga, que está disponível nas livrarias e é cheia de desenhos e frases lindas.







Eu AMO música, estou sempre com fones de ouvido e escuto bastante coisa.

Recentemente eu tenho ouvido muito no Spotify, que facilita minha vida de buscar CDs inteiros. Acreditem se quiser, é muito difícil encontrar algumas músicas, ok?

Eu continuo ouvindo meus japoneses (agora, cada vez mais meus, né?), é claro. Mas também tenho escutado muita música dos anos 80.

Vamos ver se algum dia eu crio coragem para fazer uma mini playlist das minhas favoritas?



Bom, bom, bom, acho que isso é tudo por enquanto... Espero continuar com o bom humor que estou enquanto escrevo esse texto, é gostoso falar das coisas que gosto...


Espero não sumir mais por tanto tempo.


Beijinhos e bye 








quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Já faz um tempo... (Janeiro/2017)

Verão dos meus 21 anos...

Pois é... já faz um tempo que eu não escrevo aqui. Se eu dissesse que a meta era escrever todos os dias e transformar todos os dias em aventuras - para que meu sposts fossem interessantes e tal - nem eu mesma acredito...

Muitas coisas mudaram nos últimos. Talvez tudo, não sei... (a internet caiu e eu não consigo ver a data do último post [EDIT: Foi em Janeiro de 2015!!]). Eu mudei, sei disso.
Desde o último ponto final que pus aqui - sem saber que seria o último por um longo tempo - eu enfrentei coisas que, para mim, foram obstáculos. Por estar aqui hoje, acho que venci. Caí, mas acredito que quedas fazem parte das corridas.


Bom, voltando às mudanças... Minha irmã publicou um livro! E foi pra Bienal! Foi uma loucura! Eu já estava acostumada coma vida de escritora dela - a maior parte das pessoas se espanta com o fato dela IMAGINAR as histórias e conseguir escrevê-las - mas a publicação foi o que mais me espantou. É uma correria, mas que vale muito a pena.
Ela já estava enviando o original para editoras há bastante tempo, mas aparentemente as grandes editoras só se interessam por livros internacionais que já fazem sucesso lá fora (uma das editoras até respondeu que eles não estavam olhando histórias originais... Será que só recebem plágios? rs). Até que um dia a Editora PenDragon apareceu! E foi lindo demais, porque as coisas se moveram tão rapidamente que de um dia para o outro (exagero meu, foram alguns meses)  A Casa das Hostesses era um livro físico em minhas mãos! Fiquei apaixonada pelo processo criativo da editora... Foi muito lindo de ver todo aquele trabalho para fazer do sonho da minha querida irmã realidade. 
E teve a Bienal, que foi fantástica. Vieram amigos de longa data, amigos recentes, familiares que não via há tempos... E minha irmã, sentada no stand da Editora, assinando exemplares de seu próprio livro, que eu tive o prazer de vê-la escrevendo à mão um dia... Foi como se fosse um sonho meu.
Vejo todo o trabalho de divulgação, buscando blogs literários e parcerias... Eu não imaginaria o trabalho que dá vender um livro, nem nos meus sonhos mais loucos!
Mal posso esperar pelo segundo livro, tê-los em mãos pra mim é como carregar um sobrinho amado. Eu até fiz questão de estar segurando-o nas fotos de Natal e Ano Novo *risos*
Estou muito orgulhosa e eufórica com essa conquista!

Não é lindo?
                   

















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Meu irmão entrou na faculdade de Direito. Lá em 2015, ele tinha se formado no Ensino Médio, não tinha entrado nas faculdades que queria (burocracias e talz) e fazia cursinho. 2016 foi uma dor de cabeça séria nesse quesito; mas valeu a pena, porque ele conseguiu entrar na faculdade que queria, no curso que queria. 
Eu sempre achei meu irmão muito inteligente e criativo - tenho medo de que a faculdade mate um pouco este último, como fez um pouco comigo. Mas sinto ele mais leve, mesmo que esteja estudando como um louco. Tento ser "irmã mais velha" e aconselhá-lo sobre a vida universitária - não que eu seja uma especialista ou algo do gênero. Só espero que ele se dê bem.
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Olivia agora está com (quase) 5 anos... Isso é bizarro. Ela foi, como eu já devo ter dito, o primeiro bebê que segurei na vida. E agora está com (quase) 5 anos!
E está cada vez mais esperta... É impressionante. Ela entende  e conversa. Temos altos papos de dar nó em muita gente. Sinto que ela me entende de um jeito que não sei se é saudável uma criança de quase 5 anos deveria entender um adulto com problemas como eu. Mas eu aprendo muito com ela, acho que é uma boa convivência (só não sei se os pais dela concordam!)



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Minha melhor amiga se mudou sem aviso prévio... Sim, foi muito do nada.
Vamos a backstory... Minha melhor amiga data de 2010, quando entrei no Ensino Médio. Nós gostamos da mesma banda (os japoneses sabe?) então foi meio instantâneo. Começamos a conversar e ela era tipo super legal pra garota careta que eu era (ainda sou).
Desde então, nós temos conversado muito, nos ajudado mutuamente e nos tornamos adultas, o que ainda me causa surpresa.
Mas a surpresa mesmo foi que um dia nos encontramos para tomar café - santo café! - que ela contou que estava se mudando. Para Porto Alegre!
Ela foi embora em Setembro/2016. Temos nos falado pelo Messenger (tecnologia é boa nessas horas, eu acho). E eu ainda ficou pasma em ver como nós nos tornamos pessoas completamente diferentes do que um dia fomos... Bizarro.

2010 - Camii era má influência. Ela roubou meus óculos
escuros para tirar essa foto.
2016 - Formatura da Camii como MELHOR DA TURMA!
Ela me fez caminhar de SALTO - mas pagou
as batatas fritas, então tudo bem.
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Fui em uma festa temática! Sempre foi um sonho ir à uma festa de Halloween, então quando eu e meus irmão tinhamos preparado fantasias de um jogo no qual nos viciamos (Until Dawn, é terror), encontrei uma festa. E fomos! É comum planejarmos fazer as coisas e na hora, pá! Todo mundo perde a vontade. Mas foi diferente e foi até que bem legal.




Nossas personagens eram gêmeas mortas. Que demais!
Comparando: nós e o jogo.

A festa era "estranha com gente esquisita" pra citar Legião. Mas as fotos ficaram boas demais!
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Acho que é só isso...
Não vou escrever todo dia, mas espero não ficar dois anos sem escrever de novo... Desejem-me sorte.

Estou muuuuito diferente?

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Janeiro 2015

Será que agora vai ser assim, vou ficar um tempão sem escrever até conseguir postar alguma coisa nova? Espero que não... (até porque no fim do mês tem ballet de novo *-* e quero estar animada pra escrever até lá)

Mas eu não vim aqui ficar divagando, vim falar sobre o mês passado, que eu fiquei novamente de babá da Olivinha. Explico antes o porquê da demora: fui acometida por uma mal chamado ennui, que é uma tristeza profunda causada pelo tédio. Pois é, tem um nome específico para isso, então acreditem, o caso foi sério. Então resolvi aproveitar o feriado de carnaval pra por em ordem minhas coisinhas, inclusive o post que prometi.

Dessa vez, cuidar da Olivia foi bem diferente, principalmente porque dessa vez ela começou completamente avessa a mim! Sério, ela não queria papo comigo, de jeito nenhum. Rolou até violência, acredite...
Como minha mãe esteve lá nas duas primeiras semanas, ela era a "estrela" e eu só ficava lá, no canto, não-amada. As vezes, quando nossos gênios batiam, Olivia vinha sentar perto de mim e me deixava mexer com ela. Mas a quantidade de "nãos" que eu recebi neste mês valeu pela minha vida toda...

(rolou até uma cena engraçada, onde ela gritou "Não pode me pegar. Ouviu, 'barriguda'?" Eu nunca tinha rido TANTO na minha vida [não na frente dela, claro]... Isso até virou meme aqui em casa... Barriguda!).

Admito que as duas primeiras semas foram difíceis, em partes porque eu não estava mais acostumada com o ritmo dela (eu sei, é só um bebê e eu nem sou tão velha assim...) e em partes porque eu não lido nem um pouco bem com rejeição. É, me processem...


Mas as semanas de férias da minha mãe acabaram e meu irmão foi para substituí-la. Claro que eu pensei: "agora é minha vez! Ela vai ficar apegada a mim como era com a 'madinha'". Haha. Doce ilusão! Matheus virou sensação (tenho até um vídeo bonitinho deles XD)...

Outra diferença é que era verão dessa vez, então a piscina estava utilizável! Tenho que admitir que a baixinha fica
linda de maiô XD
Mas tinha um menino chato que ficou enchendo o saco (meu, do Matheus e da Edriana)... Mas tudo bem, somos 
adultos.

A melhor parte da piscina é que lá ela ficou comigo o tempo todo! Yay! E como o tempo estava (quase sempre) muito agradável, fomos à piscina um monte de vezes!


Ah, deixa eu comentar que além dos bons momentos na piscina (escrevi 'psicologia' três vezes antes de conseguir...), as sextas feiras eram ótima também. Porque as duas pessoas do time que ficavam em casa vinham visitar (minha irmã e meu irmão/ minha mãe e minha irmã/ minha mãe e meu irmão) e o dia passava mais depressa.

A primeira sexta-feira foi uma que literalmente salvou minha alma, não estou exagerando. 

Olivinha não sabe bem o que um zumbi, mas queria fazer uma foto de zumbi. E com todo mundo de zumbi. Então ficou assim. 
Tenho que admitir que nunca tinha gostado tanto de uma foto na minha vida *-*




Um dos motivos para ela começar a gostar de mim foi um joguinho que eu tenho no tablet, um bichinho virtual, em forma de panda. Ela gostava de dar comidinha pra ele.

Na última semana, minha irmã veio me salvar e foi providencial, viu? Porque eu já estava no zero, já tinha precisado de remédio pra dor (daqueles que te coloca na cama direto) ... E não sei nem explicar o porquê (acho que devo aceitar a sugestão de 90% das minhas amigas e procurar um "médico da cuca" com urgência...). Essa última semana foi divertida, mesmo que a bebê já estivesse indo pra escola e não éramos mais tão necessárias... :/



Olivinha fazendo cara de sapeca/ piscando. Muito fofa!!


 Toda vez que ela saia do banho, me pedia para fazermos 'sacola de bebê". Acho que a primeira vez que eu fui criativa na vida (esqueçam as 500 páginas de Take On Me lol). Eu me sentia muito feliz nesses momentos, porque realmente a fazia gargalhar... Minha irmã conseguiu fotografar esse momento e eu A-M-E-I a recordação <3

Outros bons momentos eram os que passávamos no quarto dela, só brincando (tenho outro vídeo fofo dessa hora ^^). Confesso aqui que, como ela me apresentou UM MONTE de musiquinhas novas, eu me senti no direito de retribuir o favor, e nós ficávamos um tempão ouvindo Antena 1 e minhas músicas dos anos 80.

Até apresentei a Olivia Newton-John pra ela, que ficou toda animada por estar cantando (e eu, a lerda, não tinha entendido o porque de tanta alegria). Foi um momento engraçado.


"Rain, rain, go away
Come again another day
Mai Mai wants go out to play
Rain, rain, go away"

"Chuva, chuva, vá embora
Volte, volte em outra hora
A Mai Mai quer ir lá fora
Chuva, chuva, vá embora"



Tirando meu estado de espírito bugado, o saldo foi positivíssimo, com certeza! A Olivinha é o bebê mais fofo que eu já conheci <3 e as fotos ficaram muito bonitinhas também, não?

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Gravidade - 2013

Ah meu Deus, faz tanto tempo que eu não escrevo nada... E nem é por falta de passeios, foi desleixo mesmo... Que vergonha x_x

Bom, o texto que vou postar agora não é novo... Mas eu o fiz especialmente pra cá e não quero desperdiçá-lo... É sobre o filme "Gravidade", que lançou já faz bastante tempo.

Não se entregue
Foi um filme bastante comentado, rendeu ao diretor e roteirista Alfonso Cuarón o Oscar de Melhor Diretor, e um de Melhor Atriz à Sandra Bullock. Mas admito que, quando comecei a assistir o filme, não fiquei muito impressionada; pra mim (PRA MIM!!!) foi um filme bem razoável. É basicamente um monólogo de Sandra Bullock com algumas aparições de George Clooney.

Vou dizer, como ficção científica, o filme também não me conquistou muito... No sentido de não me acrescentou muito. Talvez como suspense (pra alguém que o-d-e-i-a assistir gente sem respirar -oi, um filme sobre alguém sozinho no espaço não é boa coisa).

A história é bem simples, na verdade. Numa missão espacial quase "rotineira" (se é que essa palavra pode ser usada nesse contexto), o pior acontece e a doutora Ryan Stone (Bullock) se desprende e acaba à deriva no espaço. A partir daí ela passa por uma série de eventos na tentativa de retornar viva para a Terra Eu falei que ela é a ÚNICA sobrevivente desse acidente? Pois é. E que ela só teve seis meses de treinamento básico pra missão lá fora? É... Shit happens. (meu novo life motto, BTW)

Apesar de todo o óbvio, eu me perguntei por que o filme se chama Gravidade. Bom, lá vai a minha teoria. SPOILERS ALERTS estarão presentes, mas se você quiser ver o filme antes de ler, tem meu apoio o/

O filme é uma grande jornada de superação do Luto, que a doutora passa pela filha de quatro anos, que morreu num acidente na escola (se me lembro bem). Parece bobagem? Calma, eu explico!

No começo, quando conhecemos também o personagem de Clooney, Matt ele fala sobre ter pessoas na Terra "olhando para cima e pensando em você". Pela história que ele conta, porém, percebemos que Matt não tem isso (a esposa fugiu com o amante e ainda por cima levou o carro!!). Apesar disso, ele é um cara muito pra cima, confiante, faz piada de tudo e não se deixa abalar quando a missão dá errado.
Já a doutora desiste. Mais de uma vez, enquanto eles estão tentando chegar a estação espacial que vai salvar a vida dos dois. Quando o ar acaba, quando o medo fica maior que o tão aclamado "instinto de sobrevivência". 

Quando é perguntada se tem quem pense nela na Terra, Stone conta como perdeu a filha num acidente (a menina escorregou e bateu a cabeça). Não cita ninguém além da filha, que era quem a mantinha presa à Terra. Sua "gravidade". (Se soar forçado, você está livre a parar por aqui, porque provavelmente, só vai piorar...).

SPOILER ALERT!!!! Quando o personagem de Clooney morre, ela volta a pensar em desistir ou tentar voltar para buscá-lo (porque até então ele tem sido sua segurança de que tudo aquilo acabaria bem). Ela não é tão pra cima quanto ele e não sobreviveria sem outra pessoa. Pode soar brega, mas apesar de ser uma pessoa confiante, falta à doutora ela mesma. Faz sentido?

Quando finalmente alcança uma nave... Não há combustível. E adivinhem? Ela pensa em desistir de novo. Há um momento muito bonito nessas cenas em que ela consegue se comunicar com alguém na Terra. A pessoa, Aningaaq, não fala seu idioma e muito menos entende seu problema (tem um curta sobre esse momento nos bônus do DVD, se interessar), mas existe,o que já é um grande conforto para Stone. É realmente uma cena muito bonita.

Mas voltando... No momento em que ela decide que não aguenta mais, uma reviravolta inesperada: Matt reaparece, trazendo de volta seu bom humor e mais importante ainda, sua esperança. Ele não deixa que ela pare de lutar. A frase do filme é essa, a propósito: Não se entregue.

Para uma pessoa que está se rendendo aos poucos à Psicanálise como eu, a aparição dele foi um mecanismo de defesa conhecido como projeção. Stone projeta no colega seu desejo de sobreviver, porque admitir pra si mesma que foi a única de uma missão inteira que não morreu, e admitir que quer viver apesar de ter perdido a filha, é um sentimento que gera angústia à protagonista. Então ela projeta seu desejo de viver na personalidade do colega, trazendo-o de volta a vida apenas para não deixá-la se entregar.

Graças a "ajuda" de Matt, que na verdade, a própria doutora descobrindo seus caminhos, Stone consegue sim, voltar à Terra sã e salva. E a cena final é exatamente ela caindo no mar, nadando até a borda e... Se erguendo. Ficando em pé com a gravidade. Toda minha teoria nasceu dessa cena, pra falar a verdade. O ato de levantar e conseguir seguir em frente com as próprias pernas (ela cita antes de tudo que, por estar dirigindo no momento em que soube da morte da filha, desde então só dirige) é uma boa metáfora para a superação de um luto.

A frase promocional do filme (o "Não se entregue") também tem um caráter motivacional. No período de luto e na depressão, é uma frase bastante comum, não se deixar levar pela tristeza... Ultimamente eu tenho escrito várias mensagens de "amor aleatório" ("random love"), para pessoas no tumblr que estão sofrendo com, acreditem!, ódio por mensagens anônimas,  com uma frase parecida: "Não deixe os haters vencerem". Não sei se ela chega a fazer algum efeito, mas é uma frase motivacional.

Enfim, quando eu re-assisti ao filme com essa ótica, eu me interessei um pouco mais. Espero que te coloque pelo menos para pensar :)




quinta-feira, 2 de outubro de 2014

02.10.14 - FELIZ ANIVERSÁRIO!

Uma nota sobre mim antes de começarmos, sim?
Eu e minha irmã somos praticamente gêmeas, separadas por meros 6 anos que nunca importaram muito. Geralmente somos perguntadas na rua (sim, por estranhos) se somos gêmeas. Então nada mais óbvio que nossos aniversários sejam muito perto; são só 3 dias de diferença (nem dá tempo de terminar de comer o bolo azul lol)


Agora sim, eu posso começar o post decentemente; desejando um feliz aniversário pra minha irmã, minha maior companheira, minha melhor amiga, minha inspiração, meu porto seguro... Desejando que todos os seus sonhos se realizem e que alcance todas as suas metas.

Sei que esse ano foi difícil e que agora as coisas parecem pesadas e sem solução do que nunca, mas eu tenho fé de que vamos sair dessa mais unidas do que nunca!
Nós já passamos por tanta coisa juntas (afinal são 19 anos de amizade ininterrupta, certo?) e espero que saiba que eu sou muito agradecida por todos os momentos que pude dividir com você, todas as aventuras que nós vivemos juntas (seja na vida real ou não =D) e até mesmo pelos problemas que nós enfrentamos juntas, porque graças a eles eu comprovei que não posso contar com você em todas as situações possíveis e improváveis!

Maldita viagem de 8h30 num ônibus cheio de desconhecidos? Só com você :)
Graças a você, eu aprendi que o que vale mesmo a pena nessa vida é ter alguém ao seu lado com quem você possa rir, chorar, sofrer com uma maldita coisinha chamada ships, brigar, fazer as pazes, morrer de saudades depois de dois dias separadas, compartilhar coisas idiotas e gargalhar das mesmas coisas idiotas, conversar O DIA INTEIRO, por várias mídias diferentes e ainda assim sentir que ficou algo pra dizer no dia seguinte... Enfim, compartilhar uma vida inteira de fortes emoções lol.

E eu me considero a pessoa mais feliz do mundo porque eu tenho você comigo a minha vida toda. E pelo resto de vida, viu? Porque agora você não tem mais escapatória. (i'm your idiot for the rest of our lives~)


Enfim, meus parabéns por mais um ano de vida, por mais um ciclo fechado (deseja salvar o jogo até aqui?), pelo fim de mais um livro (yay!!) e por ser essa pessoa maravilhosa que eu tenho muito orgulho de dizer que é minha irmã (gêmea!!) <3

Eu te amo demais, nunca duvide disso, my Frozen Queen <3