terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Gravidade - 2013

Ah meu Deus, faz tanto tempo que eu não escrevo nada... E nem é por falta de passeios, foi desleixo mesmo... Que vergonha x_x

Bom, o texto que vou postar agora não é novo... Mas eu o fiz especialmente pra cá e não quero desperdiçá-lo... É sobre o filme "Gravidade", que lançou já faz bastante tempo.

Não se entregue
Foi um filme bastante comentado, rendeu ao diretor e roteirista Alfonso Cuarón o Oscar de Melhor Diretor, e um de Melhor Atriz à Sandra Bullock. Mas admito que, quando comecei a assistir o filme, não fiquei muito impressionada; pra mim (PRA MIM!!!) foi um filme bem razoável. É basicamente um monólogo de Sandra Bullock com algumas aparições de George Clooney.

Vou dizer, como ficção científica, o filme também não me conquistou muito... No sentido de não me acrescentou muito. Talvez como suspense (pra alguém que o-d-e-i-a assistir gente sem respirar -oi, um filme sobre alguém sozinho no espaço não é boa coisa).

A história é bem simples, na verdade. Numa missão espacial quase "rotineira" (se é que essa palavra pode ser usada nesse contexto), o pior acontece e a doutora Ryan Stone (Bullock) se desprende e acaba à deriva no espaço. A partir daí ela passa por uma série de eventos na tentativa de retornar viva para a Terra Eu falei que ela é a ÚNICA sobrevivente desse acidente? Pois é. E que ela só teve seis meses de treinamento básico pra missão lá fora? É... Shit happens. (meu novo life motto, BTW)

Apesar de todo o óbvio, eu me perguntei por que o filme se chama Gravidade. Bom, lá vai a minha teoria. SPOILERS ALERTS estarão presentes, mas se você quiser ver o filme antes de ler, tem meu apoio o/

O filme é uma grande jornada de superação do Luto, que a doutora passa pela filha de quatro anos, que morreu num acidente na escola (se me lembro bem). Parece bobagem? Calma, eu explico!

No começo, quando conhecemos também o personagem de Clooney, Matt ele fala sobre ter pessoas na Terra "olhando para cima e pensando em você". Pela história que ele conta, porém, percebemos que Matt não tem isso (a esposa fugiu com o amante e ainda por cima levou o carro!!). Apesar disso, ele é um cara muito pra cima, confiante, faz piada de tudo e não se deixa abalar quando a missão dá errado.
Já a doutora desiste. Mais de uma vez, enquanto eles estão tentando chegar a estação espacial que vai salvar a vida dos dois. Quando o ar acaba, quando o medo fica maior que o tão aclamado "instinto de sobrevivência". 

Quando é perguntada se tem quem pense nela na Terra, Stone conta como perdeu a filha num acidente (a menina escorregou e bateu a cabeça). Não cita ninguém além da filha, que era quem a mantinha presa à Terra. Sua "gravidade". (Se soar forçado, você está livre a parar por aqui, porque provavelmente, só vai piorar...).

SPOILER ALERT!!!! Quando o personagem de Clooney morre, ela volta a pensar em desistir ou tentar voltar para buscá-lo (porque até então ele tem sido sua segurança de que tudo aquilo acabaria bem). Ela não é tão pra cima quanto ele e não sobreviveria sem outra pessoa. Pode soar brega, mas apesar de ser uma pessoa confiante, falta à doutora ela mesma. Faz sentido?

Quando finalmente alcança uma nave... Não há combustível. E adivinhem? Ela pensa em desistir de novo. Há um momento muito bonito nessas cenas em que ela consegue se comunicar com alguém na Terra. A pessoa, Aningaaq, não fala seu idioma e muito menos entende seu problema (tem um curta sobre esse momento nos bônus do DVD, se interessar), mas existe,o que já é um grande conforto para Stone. É realmente uma cena muito bonita.

Mas voltando... No momento em que ela decide que não aguenta mais, uma reviravolta inesperada: Matt reaparece, trazendo de volta seu bom humor e mais importante ainda, sua esperança. Ele não deixa que ela pare de lutar. A frase do filme é essa, a propósito: Não se entregue.

Para uma pessoa que está se rendendo aos poucos à Psicanálise como eu, a aparição dele foi um mecanismo de defesa conhecido como projeção. Stone projeta no colega seu desejo de sobreviver, porque admitir pra si mesma que foi a única de uma missão inteira que não morreu, e admitir que quer viver apesar de ter perdido a filha, é um sentimento que gera angústia à protagonista. Então ela projeta seu desejo de viver na personalidade do colega, trazendo-o de volta a vida apenas para não deixá-la se entregar.

Graças a "ajuda" de Matt, que na verdade, a própria doutora descobrindo seus caminhos, Stone consegue sim, voltar à Terra sã e salva. E a cena final é exatamente ela caindo no mar, nadando até a borda e... Se erguendo. Ficando em pé com a gravidade. Toda minha teoria nasceu dessa cena, pra falar a verdade. O ato de levantar e conseguir seguir em frente com as próprias pernas (ela cita antes de tudo que, por estar dirigindo no momento em que soube da morte da filha, desde então só dirige) é uma boa metáfora para a superação de um luto.

A frase promocional do filme (o "Não se entregue") também tem um caráter motivacional. No período de luto e na depressão, é uma frase bastante comum, não se deixar levar pela tristeza... Ultimamente eu tenho escrito várias mensagens de "amor aleatório" ("random love"), para pessoas no tumblr que estão sofrendo com, acreditem!, ódio por mensagens anônimas,  com uma frase parecida: "Não deixe os haters vencerem". Não sei se ela chega a fazer algum efeito, mas é uma frase motivacional.

Enfim, quando eu re-assisti ao filme com essa ótica, eu me interessei um pouco mais. Espero que te coloque pelo menos para pensar :)




quinta-feira, 2 de outubro de 2014

02.10.14 - FELIZ ANIVERSÁRIO!

Uma nota sobre mim antes de começarmos, sim?
Eu e minha irmã somos praticamente gêmeas, separadas por meros 6 anos que nunca importaram muito. Geralmente somos perguntadas na rua (sim, por estranhos) se somos gêmeas. Então nada mais óbvio que nossos aniversários sejam muito perto; são só 3 dias de diferença (nem dá tempo de terminar de comer o bolo azul lol)


Agora sim, eu posso começar o post decentemente; desejando um feliz aniversário pra minha irmã, minha maior companheira, minha melhor amiga, minha inspiração, meu porto seguro... Desejando que todos os seus sonhos se realizem e que alcance todas as suas metas.

Sei que esse ano foi difícil e que agora as coisas parecem pesadas e sem solução do que nunca, mas eu tenho fé de que vamos sair dessa mais unidas do que nunca!
Nós já passamos por tanta coisa juntas (afinal são 19 anos de amizade ininterrupta, certo?) e espero que saiba que eu sou muito agradecida por todos os momentos que pude dividir com você, todas as aventuras que nós vivemos juntas (seja na vida real ou não =D) e até mesmo pelos problemas que nós enfrentamos juntas, porque graças a eles eu comprovei que não posso contar com você em todas as situações possíveis e improváveis!

Maldita viagem de 8h30 num ônibus cheio de desconhecidos? Só com você :)
Graças a você, eu aprendi que o que vale mesmo a pena nessa vida é ter alguém ao seu lado com quem você possa rir, chorar, sofrer com uma maldita coisinha chamada ships, brigar, fazer as pazes, morrer de saudades depois de dois dias separadas, compartilhar coisas idiotas e gargalhar das mesmas coisas idiotas, conversar O DIA INTEIRO, por várias mídias diferentes e ainda assim sentir que ficou algo pra dizer no dia seguinte... Enfim, compartilhar uma vida inteira de fortes emoções lol.

E eu me considero a pessoa mais feliz do mundo porque eu tenho você comigo a minha vida toda. E pelo resto de vida, viu? Porque agora você não tem mais escapatória. (i'm your idiot for the rest of our lives~)


Enfim, meus parabéns por mais um ano de vida, por mais um ciclo fechado (deseja salvar o jogo até aqui?), pelo fim de mais um livro (yay!!) e por ser essa pessoa maravilhosa que eu tenho muito orgulho de dizer que é minha irmã (gêmea!!) <3

Eu te amo demais, nunca duvide disso, my Frozen Queen <3



terça-feira, 30 de setembro de 2014

29.09.14 - Meu aniversário

Esse ano meu aniversário foi particularmente especial. Não só pelo início de uma tradição, mas porque a semana inteira foi realmente boa!!

Segunda: fui muito bem numa prova que desde o segundo semestre não consigo tirar uma nota boa :) 

Terça: encontrei a apresentação linda de "Alice's adventures in Wonderland" do Royal Ballet. Estou num momento muito Wonderland da minha vida, por alguma razão... (alice só vai para o país das maravilhas quando está em algum dilema. Você está em algum dilema, Carol?).

Quarta: com certeza o ponto alto da quarta foi o Steven McRae favoritando minha mensagem. Acho que nunca vou conseguir expressar como sou louca por esse homem (leiam no bom sentido, ok?Gosto de acompanhar o trabalho dele pelas redes sociais, estou "seguindo" as dicas de alongamento dele.).

Quinta: tem coisa melhor do que a professora te liberar mais cedo? Sim! Minha amiga (minha mãe adotiva, história complexa...) ganhou uma viagem pros EUA pra assistir a banda que nos uniu!! Foi a melhor notícia que eu poderia receber!!

Sexta: novamente, fui muito bem numa prova para a qual, não por culpa minha, diga-se de passagem, não estava preparada. Estudei o que pude e, citando meu amado Beharviorismo, fui  reforçada com uma nota na média o/ Sem contar que sexta choveu!! E tivemos um almoço em família bastante agradável!

Sábado: saíram spoilers do último livro da saga que estou acompanhando e o ponto feliz do meu dia foi exatamente esse: meu personagem favorito não morre e, de quebra, arranjou um par romântico fofinho! Sim, isso me fez feliz, porque eu me identifiquei TANTO com esse personagem que estava começando a confundir nossas identidades!
Sábado também foi dia de fazer o bolo azul *--*
Sábado também teve documentário sobre meu prazer secreto: CELINE DION *-* //Diva, linda, maravilhosa!!


"Acho que eu devia explicar a comida azul.
Veja bem, Gabe uma vez disse à minha mãe que isso não existia. Eles tiveram uma discussão, que pareceu uma coisinha de nada na época. Mas, desde então, minha mãe fez tudo o que era possível comer em azul. Ela assava bolos de aniversário azuis. Batia vitaminas com mirtilos azuis. Comprava tortilhas de milho azul e levava para casa balas azuis da loja."
RIORDAN, R. "Percy Jackson e os Olimpianos - O Ladrão de Raios". p.46


Domingo: foi dia de fazer brigadeiro e beijinho!! Azuis também, claro!!

Segunda: dia do aniversário. Acordei com o lindo presente dos meus irmãos (uma camiseta personalizada do seriado "Sherlock" *-*)
"Num mundo de salas trancadas, o homem com a chave é rei. E querido, você devia me ver numa coroa"
E a carta/caderno que minha irmã passou 5 meses fazendo! Tem nossas histórias, nossas brincadeiras, desenhos e mensagens de várias pessoas que eu amo!
Cinco meses de trabalho que valeram a pena!! EU AMEI!!
Minha "festa" foi um momento feliz também. Afinal, tinha minha família e doces azuis, o que mais eu poderia querer???
Recebi ligações lindas ontem, mas vou confessar: a que me arrebatou foi a Olivinha!! Gente, que saudade dessa baixinha!! Ela cantou parabéns pra mim, me deu os parabéns, me contou que a baa-chan está dormindo no "meu quarto" e até perguntou se eu tinha um bolo azul!! E é aí que entra a tradição que falei no começo. Pretendo ter bolos azuis em todos os aniversários possíveis!!!
Huuuum *-*

Massa azul, cobertura azul, tudo azul!!

Bombons azuis também *---*






quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Bad day x Good day!

Hoje eu acordei meio mal, pronta pra brigar com uma pessoa que zerou minha paciência, presenciei um acidente de moto essa manhã (a menina ficou, pelo menos até onde eu vi)... O dia começou meio mal e quando é assim, geralmente é ladeira abaixo.

Mas hoje foi diferente! Logo pela manhã eu recebi um presentão (já que meu aniversário é semana que vem \o/)
"Não, eu não estou assistindo @_stevenmcrae sapateando várias e várias vezes. Bom, acontece que eu estou sim.
#ele é um príncipe"
Lembram-se o do post do ballet que fui ver com minha irmã, há algum tempo? Da "Bela Adormecida"? Pois bem, eu já disse que comecei a acompanhar o bailarino Steven McRae no twitter e, quando encontrei a apresentação dele de sapateado+ballet em "Alice's Adventures in Wonderland", senti uma necessidade gritante de parabenizá-lo pela dança. E ele favoritou minha mensagem!!

Sei que pode parecer uma coisinha a toa, mas me fez muito feliz (tanto que eu precisei contar aqui) !!


Pensar que o Primeiro Bailarino do Royal Ballet (que estava em Moscow até ontem!) tirou um tempo da agenda apertada pra checar as mentions no twitter e tcharam! achou que minha mensagem valia a pena ser favoritada me deixa MUITO feliz! Muito feliz mesmo!

E o resto do dia foi recheado de muito mimo da minha irmã, que está terminando de fazer meu presente de aniversário e está toda animada!! É tão bonitinho!! Mal posso esperar pra retribuir todo esse amor!

domingo, 14 de setembro de 2014

14.09.14 - 1 ano do show do the GazettE

1 ano. *sorry Uruha, foi cortado da foto ;-;*

Haha não faz nem um semana que eu fiz um post de recordação de show e lá vai mais um... O que eu posso fazer se todos os shows acontecem justo do mês do meu aniversário? (Setembro é um ótimo mês)

Bom, esse post vai ser um pouquinho menos feliz, porque... Não sei explicar porquê.
Eu esperei esse show por cinco anos, desde o primeiro dia que ouvi the GazettE pela primeira vez. Então, no dia 29/03/13, minha amiga me manda uma mensagem super animada me avisando que eles viriam ao Brasil e a sensação no podia ser melhor. Eu comecei a planejar todos os mínimos passos até o dia do show.

Mas... Dia 19/04, quando começaram as vendas de ingresso, a pista VIP esgotou em 20 MINUTOS! E custava absurdos R$400 :) -sqn. Veja bem, como uma criança que não sabe lidar nem um pouco com frustrações, eu fiquei arrasada quando não consegui comprar os ingressos. E todos os dias que seguiram só me faziam piorar (eu realmente fiquei mal até o dia do show). Não queria ir de jeito nenhum, queria mais era fechar os olhos e fingir que nada daquilo estava acontecendo.


Google Tradutor falhou com você, Ruki-san. De novo :)

Agradeço imensamente à Ana-chan, que não deixou eu e minha irmã desistirmos desse sonho que começamos a sonhar juntas. Por ela, eu resolvi "largar de besteira" e ir ao show. Foi uma boa decisão no final, apesar de termos ficado horas numa fila mal arrumada para ficarmos lá no fundão sem ver quase nada. É exatamente por isso que o show do X foi (e sempre será) infinitas vezes melhor do que o do the GazettE: porque eu tinha expectativas MUITO maiores e todas foram frustradas.

No dia 12, eu e minha irmã fizemos nosso pai dirigir até Guarulhos pra vermos a banda chegando e foi a maior comoção que eu já tinha visto! As pessoas correndo atrás deles foi meio assustador, na verdade. Também valeu a pena, mesmo que não tenha visto muito.

A fila do show já estava enorme quando chegamos sábado de manhã, mas ainda assim, estávamos juntas, indo ver a banda que nos uniu. Talvez por esse mesmo motivo que aquele dia não foi um completo fracasso. Estarmos juntas fez daquela noite o maior sucesso.



Claro que ouvir ao vivo a sua banda favorita é uma realização de sonho, mas eu lembro de ter saído da casa de shows com aquele sentimento de "que pena que esse sempre será o primeiro show do the GazettE que eu fui :( ". Admito que esse pensamento ainda não saiu da minha cabeça, mas agora eu estou menos amarga em relação ao concerto, afinal eles tocaram muitas das músicas que eu AMO (Dripping Insanity *-*), eu cantei junto, pulei muito e me diverti muito.

Espero que eles voltem (mas não ano que vem, porque não vão competir com o L'arc~en~Ciel! ù_ú)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

11.09.14 - 3 anos do show do X Japan

We are X!
Eu não podia deixar essa data passar em branco por aqui, certo? Apesar de tudo o que aconteceu depois, aquela noite ainda foi a melhor noite de todas...

Porque foi a primeira vez que eu fui a um show e vi de pertinho aquelas pessoas ~lindas~ por quem eu sou apaixonada há anos e ouvi minhas músicas favoritas, cantei junto, chorei... Aquela noite foi tão intensa que ficou gravada na minha memória (espero que fique assim pra sempre!)

Tudo naquela noite (e nas antecedentes) foi mágico. Sério, não estou exagerando. A começar pelo ingresso VIP que tinha esgotado muito antes que eu conseguisse comprar. Fiquei muito chateada, porque tinha certeza que não iria ter segundo lote (quase nunca tem). Até que num outro dia, no dia dos pais de 2011, uma pessoa muito especial  me mandou olhar de novo o site de vendas; E não é que tinha aberto um segundo lote de VIPS perfeitamente perfeito? E tinha um ponto de vendas perto de casa? 


Com meu ingresso em mãos, comecei a trabalhar no que acho que foi a coisa na qual eu mais me dediquei até hoje: a carta de metro. Em inglês (como convém a uma fã que não sabe falar japonês :/ ), com várias aranhas cor-de-rosa descendo pelas folhas (o guitarrista da banda, hide, tinha o apelido Pink Spider, e eu queria muito desenhar algo que o representasse nesse momento especial).

Outra "homenagem" que eu fiz foi meio que uma loucura (pros meus níveis de normalidade). Antes de conseguir comprar o ingresso eu tinha feito uma espécie de promessa-aposta com a pessoa especial acima citada: pintaria meu cabelo de rosa se conseguisse ir ao show de VIP (sim, eu fui bem específica).
Quando consegui ter o ingresso, logo pensei: "Bom, droga. Promessa é dívida. Meu cabelo agora é rosa." E realmente pintei.
Pra uma pessoa que cujo máximo de "badass" foi cortar o cabelo bem curtinho, aparecer com o cabelo pink foi uma mudança e tanto, que rendeu até um briga com meu pai (e a melhor resposta que eu poderia ter dado!). Mas eu fiz e ficou lindo *-*
 
Meu cabelo rosa. Que saudades desse cabelo ;--;
Bom, no dia do show eu estava muito animada, mesmo estando desde de manhã na fila, mesmo a casa de shows abrindo atrasada... Nada poderia estragar meu humor naquele dia. 
Quem já foi em show hotzone sabe como é ruim aquele empurra-empurra na hora de entrar e depois durante todo o show, mas... Nada ia estragar meu humor.
Eles começaram tocando "Jade", uma das músicas recentes que mais me tocou (porque é linda, maravilhosa, e é "Jade", pelo amor de Deus!!) e eu já comecei a chorar. Pra resumir, eu chorei durante o show todo.

No intervalo do show, eu senti que já era hora de entregar minha carta. Mesmo que o segurança tenha dito "não", eu me arrisquei e, sem forças, joguei a carta em direção ao palco. E ela quicou num dos suportes e caiu no chão beeeeeem longe de onde eu mirei (já contei que não tenho mira? Sou um sniper sem mira). Ok, fiquei arrasada de novo.

E aí entra a minha salvadora: minha irmã! De alguma forma milagrosa, ela conseguiu que o moço que vendia água a peso de ouro, diga-se de passagem ¬¬ devolvesse a carta na mão dela! Tinha umas 20 pessoas no canto onde estávamos e ela pegou a carta de volta, na mão dela! E dessa vez, a carta foi parar no palco.

Só que eles não voltavam! Fiquei com medo de que o show tivesse acabado ali e minhas chances tivessem sido perdidas. Mas... o guitarrista Pata voltou, tropeçou na carta e fez o lindo favor de colocá-la sobre o auto falante. Serei eternamente grata por isso, meu querido!

O baterista e líder da banda, Yoshiki, pulou na plateia (sim, ele tem probleminhas), acabou sendo roubado (levaram a gargantilha dele, deu a maior briga no twitter ù_ú) e meu irmão conseguiu tocar nele!!! Foi um momento bem louco.

Quando o show terminou, a carta continuou sobre o auto falante até que o baixista Heath a pegou, fez o "X" com ela e foi embora. A visão mais linda que já tive o prazer de ver...

Voltei pra casa numa nuvem aquela noite... E nada nunca mais foi tão perfeito.



*hoje faz 3 anos desse dia e eu ainda não consigo acreditar que realmente aconteceu!!!!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

28.08.2014 - Lucy

Esse filme me ensinou que usar só 10% do meu cérebro está de ótimo tamanho!

Então, ontem eu fui assistir "Lucy" no cinema. Gostaria de fazer isso mais vezes, admito: ver um filme do qual não sei nada. Não foge muito do que eu estou acostumada, ficção científica com bastante ação de muito efeitos especiais.

O filme começa bem normal: Lucy conversa com Richard, um cara com quem ela tem ficado por uma semana, e ele tenta convencê-la a terminar um serviço para ele. O "serviço" consiste em entrar num hotel e entregar uma maleta. Simples. Mas mesmo assim, a moça nega e acaba sendo obrigada a fazê-lo (porque o cara a algema na maleta).

E é aí que a confusão começa. Lucy fica refém de uma quadrilha coreana (se não me engano) e acaba se tornando uma "mula". (Ok, vou explicar só porque gosto de explicar, porque acho que a maioria das pessoas já ouviu esse termo. A "mula" é uma pessoa que carrega drogas de um país para o outro dentro do próprio corpo). Completamente sozinha e assustada, Lucy tenta apenas se manter viva.


Mas, numa das poucas cenas onde sexualidade é abordada (comento isso mais tarde), um dos membros da quadrilha a espanca e acaba por estourar o saquinho de drogas dentro do corpo dela, gerando a ingestão indesejada de uma enorme quantidade da substância. E por causa disso, o cérebro de Lucy começa a se desenvolver extremamente rápido e ninguém, nem mesmo ela, sabe o que vai acontecer a partir daí.

*Aqui temos que levar em conta que aquela história que só usamos apenas 10% do nosso cérebro é verdade. Essa teoria já foi desmentida, mas convenhamos que é bem interessante pensar que somos potencial desperdiçado por natureza :)

Lucy passa a ter controle sobre seu próprio corpo (escuta tudo, vê tudo, sente tudo), controla o corpo dos outros, a matéria (telecinésia - que seria muito útil no mundo real, certo?), ondas magnéticas e de rádio. Seu cérebro alcança grandes compreensões da verdade sobre o mundo, sobre a humanidade e sobre o tempo. Ela se torna onisciente. E essa onisciência faz com que saiba que, quando atingir 100%, seu corpo não vai mais aguentar.

Ela não está te controlando.

O roteiro em si é bastante filosófico (quem quiser, pode ler "filosófico" como confuso), reflexivo. O que começa como uma jornada de uma hora e meia de ficção científica barata acaba se tornando num debate existencialista intenso; O que é o tempo? O que é o ser humano em relação a esse tempo? O que somos? E o que fazemos com o que somos? Pleo menos foi isso que aconteceu comigo...

*Sobre a sexualidade: eu achei legal que o filme não apela pra isso. Conforme Lucy se desenvolve ela para de ter sentimentos. Achei interessante não tentarem segurar audiência com sexo, isso foi muito legal.

Enfim, "Lucy" definitivamente não era o filme que eu estava esperando. Sério, nada daquilo passou pela minha cabeça. Mas isso não significa que foi ruim.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

24.08.2014 - The Normal Heart

"Para ganhar uma guerra, você tem que começar uma"
[Já avisando que esse post pode conter alguns *spoilers* do filme, ok? Mas vou tentar não estragar nada :) E provavelmente vou chorar muito enquanto escrevo...]

Ontem, depois de três meses de espera, eu finalmente assisti à produção original HBO "The Normal Heart". O filme conta a história da lutra contra a AIDS na década de 80, quando a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida atingiu principalmente a comunidade homossexual.

Exatamente como eu estava esperando, o filme é muito bonito (sei que é um termo vago, mas vou descrevê-lo melhor). Sinceramente, eu chorei só com o trailer que saiu há alguns meses e com as partes "picotadas" que podem ser achadas no YouTube. Então eu fui tentando estar emocionalmente preparada pra tamanha sensibilidade; falhei miseravelmente.

A história do romance entre o escritor Ned Weeks (Mark Ruffalo) e o jornalista Felix Turner (Matt Bomer) se desenvolve enquanto a comunidade gay de Nova York se une para combater o então chamado "Câncer Gay", quando a doença é completamente ignorada pelo resto da população simplesmente por ser considerada "coisa de gay".

Ned e Felix, a primeira vez que se encontram

Como muitos sabem, a AIDS é uma doença impiedosa; que basicamente permite que um simples resfriado acabe com a pessoa imunodeficiente. Já é muito difícil de lidar, hoje em dia, quando existem drogas e coquetéis e tratamentos e, sejamos meio sinceros, o preconceito é bem menor. O que o filme mostra é como foi aterrorizante ser acometido por uma doença quase desconhecida, cujo tratamento era experimental e que era (e infelizmente, ainda é!) motivo de exclusão para muitos. Absurdamente assustador!

A luta de Ned contra o preconceito aumenta 100% quando Felix é diagnosticado. A partir daí, começa uma incansável corrida contra o tempo para tentar salvar a vida do homem que ele ama, não importa o que ele tenha que fazer, e trazer  atona uma bruta realidade: eles estão condenados à morte e ninguém dá a mínima. Simples assim.

O filme tem uma série de cenas lindas, muito bem colocadas e bem escritas. As poucas cenas de sexo são muito pertinentes ao tema e não tem nada de sensacionalista, exatamente como um filme sério deve ser. Mas a maior parte nós vemos casais comuns tentando sobreviver (ok, chorei como um bebê na cena em que está tocando "I'll Survive" numa festa porque... Sobreviver!)



 »Tenho uma queda especial por jazz, então a cena da dança ao som de "The Man I Love" partiu meu coração em particular. Mas não tenho uma cena favorita...






Não vou contar o final porque, SÉRIO, esse filme merece ser visto! Assistido com o coração e a mente aberta!

As atuações são maravilhosas, mas eu sou obrigada a chamar a atenção pro casal principal: Mark Ruffalo e Matt Bomer. Sou fã de Ruffalo há bastante tempo (comédias românticas, julguem) e o explosivo e impulsivo Ned foi o papel mais diferente em que eu já o vi. E, como acompanho o trabalho dele em "The Avengers", eu fiquei muito feliz em não ver nem um pingo de Hulk em sua atuação. Com certeza, Mark é minha aposta no Emmy de Melhor Ator em Telefilme, hoje à noite.
Ruffalo como Ned


















Matt Bomer também se sobressai como Felix, na minha opinião. Mais famoso pelo papel protagonista "White Collar", ele me surpreendeu como um homem apaixonado que sabe que está morrendo e mesmo assim tenta se manter positivo, e mostrou que seu charme vai muito mais além do que aqueles olhos azuis que Deus lhe deu. Seu Felix é doce e otimista, o tipo de pessoa que é fácil gostar. Sua fé é tocante; o momento em que ele pede a Deus mais um ano e promete comer todo o espinafre me fez chorar muito. Matt também é minha aposta como Melhor Ator Coadjuvante de hoje.

Bomer como Felix














O longa também conta com Julia Roberts, no papel da dra. Emma Brookner, que mesmo presa à cadeira de rodas, tenta ajudar a causa; Taylor Kitsch, como Bruce Niles, o presidente da Comunidade Gay de NY, cujo namorado é vitima da AIDS e é totalmente negligenciado pelo sistema de saúde (o corpo é jogado numa lixeira! Essa é uma das cenas mais fortes do filme); Jim Parsons (sim, o Sheldon de "Big Bang Theory"), como Tommy Boatwright, deliciosamente desbocado e irônico; Joe Mantello, cujo personagem Mickey tem um dos discursos mais bonitos do filme todo; Alfred Molina, o irmão "hétero e perfeito" de Ned, vivendo sobre a tênue linha entre o amor pelo irmão e o preconceito, entre outros...

Não é a toa que "The Normal Heart" está concorrendo em várias categorias do Emmy de hoje e, honestamente, espero que ganhe. Essa é uma mensagem que vale a pena ser divulgada, uma história de amor que merece ser contada. Não o amor entre duas pessoas, mas um amor pela vida que é comum em todos nós.



LINKS: 

- Trailer de "The Normal Heart" -  http://www.imdb.com/video/imdb/vi2749541657?ref_=tt_pv_vi_aiv_1  
(disponível no IMDB)

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

31.07.2014 - Estreia de Guardiões da Galáxia



I-I-I I'm hooked on a feeling...
Yay! Eu estava esperando por esse dia desde o começo do mês, acho que até antes! Não faço ideia de porque, afinal eu nunca tinha ouvido falar de Guardiões da Galáxia até anunciarem o filme (ok, podem começar a jogar as pedras agora!), mas eu estava muito animada desde que vi o trailer!

O filme começa com a história de Peter Quill (em 1980 e poucos) desde quando ele perdeu a mãe até o momento em que é abduzido e levado para o espaço de forma misteriosa. Então encontramos Quill mais velho, acho como o "lendário" ladrão Star-Lord, roubando um artefato que nem ele tem certeza do que é.

Peter "Star-Lord" Quill. O lendário ladrão.
Bom, não vou estragar o roteiro, mas de alguma forma misteriosa de filme TUDO dá errado pra ele e acaba conhecendo a assassina muito bem treinada Gamora (Zoe Saldana, a Tenente Uhura de Star Trek, a Neytiri de Avatar...), que também está atrás do artefato para comprar sua liberdade...

Não se engane. Essa mulher é uma arma!
... e os caçadores de recompensa Rocket Raccoon (sim, ele é um guaxinim! E é dublado pelo  Bradley Cooper) e Groot (ele é uma árvore e é provavelmente a coisa mais fofa do filme! Vin Diesel, pessoal!).

Provavelmente o mais esperto do grupo. É é um guaxinim!!



Os quatro acabam lutando no meio da rua o/ (uma das melhores cenas, na minha opinião) e Yay! Vão pra prisão! (onde várias outras cenas engraçadas acontecem, inclusive uma piada sobre roubar a perna mecânica de um cara!)



I. AM. GROOT!



Na prisão, eles encontram o quinto e último membro do grupo: Drax (Dave Bautista), também conhecido como O Destruidor. A história de Drax é uma grande tragédia: a esposa e a filha dele foram mortas por Ronan (Lee Pace), o vilão do filme, e então ele vem buscando por vingança. Nada melhor do que se juntar a um grupo de malucos que pretendem fazer algo louco, certo?

A cena da fuga da prisão também ficou muito, muito boa!

Drax, o Destruidor.
O mais engraçado do filme é, com certeza, os anti-herois se esforçando para salvar a galáxia (em uma parte do filme eles decidem que essa é a coisa certa a se fazer e, apesar de não terem nenhuma moral, resolvem fazer a coisa certa pra variar um pouco) e depois de várias cenas emocionantes... O final.

Vocês já devem imaginar como o filme termina (já que o dois já foi anunciado), mas eu vou deixar em off aqui. Só vou comentar que sai do cinema apaixonada por uma árvore e por um guaxinim (como se eu precisasse de mais problemas na minha cabecinha...), muito contente por ter esperado esse tempo todo e, como sempre, depois da cena pós créditos.

(Pra quem não entendeu a cena pós-créditos: aquele pato que aparece com o Colecionador [Benicio del Toro, btw~], não é um qualquer. É Howard, the Duck, personagem da Marvel dos anos 70, do mesmo criador que Guardiões da Galáxia.)

What a bunch of A-holes :)

Ri demais durante o filme, teve cenas que me deram vontade de chorar e tenho que admitir que a Marvel está cada vez melhor em fazer filmes... Boa escolha de elenco (alguns desperdícios, como Glenn Close, que mal aparece!), bom timing, ótima trilha sonora (vou postar a OST aqui, porque é realmente muito boa!) e um final satisfatório, com aquele tom de "Quero continuação!" (ou "Me acordem quando o dois sair" [FUNCIA, E. 2014]).

Lista da trilha sonora, que é parte muito importante do filme,
visto que Quill está sempre acompanhado de seu
toca-fitas.
Agora, meus fatos favoritos! O Groot, a árvore, é dublado pelo Vin Diesel, famoso por filmes como Velozes e Furiosos, Triplo X e Riddick, filmes de pura ação. Até aí tudo bem, querer variar na carreira e dublar uma árvore. Mas o cara dublou o personagem em TODOS os idiomas! 
Sim, Groot só sabe falar um frase ("I am Groot"), mas, pra mim, foi muita consideração aprender a falar isso em vários idiomas. Isso foi muito legal!

We are Groot <3

E vou terminar com Groot dançando ao som de "I want you back", do Jackson5 (quase certeza de que era essa a música), porque é muita fofura! Créditos ao gifmaker, que, infelizmente, eu não sei quem é :(

Que amor!!!
Já quero ver de novo!!


sábado, 26 de julho de 2014

Minhas férias 2014


Essa foto é a minha preferida! Com certeza <3
Nessas férias (na verdade, foi em abril, mas quem se importa?) eu recebi uma proposta interessante: ficar de babá da filhinha do meu primo durante o mês de julho. Aceitei na hora!

A Olivia foi o primeiro bebê que eu conheci de verdade (era muito pequena quando meu irmão nasceu), o primeiro bebê que segurei, que fui ver no hospital, então não posso negar que sou apaixonada por ela!
É até estranho pensar que agora ela tem dois anos, sendo que eu lembro perfeitamente do dia em que fomos brindar a notícia de que ela estava a caminho...

Brinde à Olivia Mai em 19 de Fevereiro de 2012.

Bom, fui dia 30.06, completamente inexperiente em matéria de cuidar de bebês, sem saber nadinha mesmo. O máximo que eu sabia sobre ser babá era o que vi nos filmes (e com isso quero dizer "Mary Poppins" e eu definitivamente não tenho nada a ver com a Julie Andrews).

No Mary Poppins at all 


Meu primo disse que "sabe enxergar o potencial das pessoas", eu só acho que eles foram loucos. No começo, ela ficou meio desconfiada (ela é MUITO desconfiada!), mas não foi difícil conquistá-la. Sei lá, eu acho que você acaba automaticamente ficando íntimo daquela pessoa que te acorda, te leva pra escola, te busca na escola, te dá banho e troca sua fralda... Eu acho que não dá pra não ter amizade com quem faz tudo isso (mas não sei o que se passa na cabeça da bebê).


Semestre passado, na faculdade, tive um trabalho sobre bebês, sabe? Sobre a ótica de várias teorias de desenvolvimento, com direito até a observação de bebês. Passei mais de um mês enfiada em um livro sobre o tema. E sabe o quanto isso me ajudou a lidar com um bebê de verdade? Prefiro não comentar...
Mas graças a Deus, a Olivinha é um bebê que não dá problema nenhum, bem diferente do que eu fui imaginando de abril até o dia em que esse "trabalho de férias" finalmente se tornou realidade.

Quando cheguei lá, ela era muito ativa, corria de um lado pro outro, cheia de energia. Realmente fiquei com medo de não conseguir aguentar o tranco e admito (com o risco de ser muito julgada), pensei várias vezes em pular fora. Mas fico muito feliz que persisti e aguentei o mês todo, porque ouvir aquela vozinha dela chamando "Carol", ou dançar com ela YMCA no dia do aniversário (tenho quase certeza de que fui filmada), as risadas, todos aqueles pequenos momentos que vivi este mês valeram muito a pena.

Como foi meu primeiro trabalho, eu me esforcei para fazer tudo o mais certo que possível (muito obrigada à Fabiana que deu aquela rotina detalhada para que eu seguisse à risca) e espero ter sido bem sucedida.

Essa fui eu, a maior parte da primeira semana. Só que menos ScarJo ;-;
 Eu me diverti de verdade quando estava com a Mai Mai (ela se chama assim, não é a coisa mais fofa?), mesmo quando eu estava absolutamente apavorada com a ideia de que tinha uma pessoa sob meus cuidados. A gatinha facilitou o trabalho, de verdade. E até dormiu no meu colo!
Nesse dia eu fiquei MUITO me sentindo *risos*

(Tenho tanta coisa pra falar, mas não consigo pensar em uma só e se eu ficar tentando escrever tudo o que quero, o post vai ficar confuso, então...)

Tirei algumas fotos com ela (a minha favorita lá de cima, foi ela que tirou *-*), fizemos uns vídeos bonitinhos e vou tê-los até a próxima vez que nos vermos... Porque nos separamos ontem e já estou morrendo de saudades!
Sério, na quinta-feira ela saiu e eu fiquei absolutamente perdida! 4 semanas e eu já tinha ficado completamente dependente da baixinha!!





Saldo positivo da experiência "Nanny" :)

09.06. 2014 - A Bela Adormecida

Poster de "A Bela Adormecida" do #ROH
Ok, faz algum tempo que eu não escrevo NADA aqui, mas é porque tive dois meses muito puxados e não tive tempo de atualizar. E o evento que vou falar agora também já faz MUITO tempo, mas eu tenho que comentar.

Minha irmã é adoradora de ballet desde pequena, então nosso "passeio cultural" de junho foi exatamente ir assistir à apresentação de "A Bela Adormecida" no Cinemark. Só tinha nós duas na sala (uma mulher entrou, mas saiu depois do primeiro ato, então não conta!), então foi um espetáculo totalmente particular para nós duas!

Feito pelo Royal Opera House, a apresentação foi uma das coisas mais bonitas que eu já vi. Sabe o que ficar espantado pela riqueza de detalhes de figurinos, de cenários, de tudo? Eu fiquei sinceramente emocionada, e nunca na minha vida tinha assistido a uma apresentação de ballet.

Quando saimos da sala (ou foi durante um dos intervalos, não tenho certeza), chegamos a uma conclusão: Sarah Lamb (a linda bailarina que fez a Princesa Aurora) zerou a vida. Como assim? Simples. Quase toda garota sonhou um dia em ser ou bailarina ou princesa (não aconteceu comigo, mas...) e ela conseguiu ser os dois numa única noite! Pode isso? 

Também nos apaixonamos pelo *cof cof*Príncipe *cof cof* Steven Mcrae. O cara é simplesmente MUITO fofo. Comecei a acompanhar as postagens dele no twitter, porque são sempre muito interessantes. Sem contar que o cara é um gato!

A Carrabosse (a Malévola) de Kristen McNally e a Fada Lilás (não lembro o nome dela!) também ficaram absolutas. Não tenho um elogio melhor pra elas. Tenho que elogiar principalmente a dança da fada. Céus! A mulher dançava DEMAIS!

Eu me apaixonei e sai da sala de cinema com vontade de assistir mais e mais! Espero que tenha sempre, porque vou de novo!

A sala estava tão vazia que até mereceu uma selfie de comemoração! lol


Links:
The Sleeping Beauty trailer. < https://www.youtube.com/watch?v=5ipNyx8UbK0 > .

Royal Opera House official website: < http://www.roh.org.uk/ > 

twitter do Steven McRae (só de curiosidade). < https://twitter.com/_stevenmcrae > 

sábado, 24 de maio de 2014

Pré-estreia de "X-Men - Dias de um Futuro Esquecido"


Sou fã da saga de X-Men desde criança. X-Men foi um dos primeiros filmes que eu vi na vida, ou melhor, que eu lembro que vi (a diferença é bem importante, acredite). Por isso fiquei muito esperançosa quando anunciaram "X-Men - Dias de um Futuro Esquecido", e ainda  ais quando soube que esse filme rebootaria o fraco "X-Men - O Confronto Final" de 2006, que ficou realmente ruim. (eu gosto muito dos dois primeiros filmes.)

Depois de "Primeira Classe" (2011), eu realmente voltei a prestar atenção no que os estúdios FOX estavam fazendo com a saga. Na minha opinião, "Primeira Classe" é bom como o primeiro X-Men (o de 2000) foi. Mas "Dias de um Futuro Esquecido" veio e pfff...

Como de costume, eu, meus irmãos e amigos fomos na pré-estreia de quarta-feira, 3D pra sentir toda a emoção. Fui desconsiderando a história da viagem no tempo (nesse filme, Wolverine volta para 1973 para evitar um futuro apocalíptico). Sério, gente? Viagem no tempo? E de onde a Lince Negra tirou aquele poder?! Mas tudo bem, aceitei aquela história e deixei rolar porque aquele começo desolador me cativou.

Poder aleatório da Kitty que, até onde eu sei, só consegue atravessar objetos sólidos

O enredo (o meio do filme) é realmente cativante e envolvente. Depois que os Sentinelas (robôs enormes que foram criados para matar mutantes e acabaram se voltando contra qualquer gene diferente) devastaram a população da Terra, os X-Men se veem forçados a toma ruma decisão: mandar alguém pro passado para evitar que os eventos que culminaram naquela desgraça acontecessem. E quem melhor que o Wolverine (Hugh Jackman) para fazê-lo? Ele já faz tudo nos filmes mesmo...

Depois de ter seus próprios spin offs solo, Wolverine volta a tomar
conta dos filmes do grupo X-men 


A missão dele é voltar no tempo, encontrar o professor X (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender) e convencê-los a trabalhar juntos pelo bem da humanidade. As atuações (principalmente a de Fassbender) estavam impecáveis, na minha opinião. Mas eu senti que alguns atores/personagens foram mal aproveitados e isso foi triste. Meu melhor exemplo é, com certeza, Evan Peters, que fez o Mercúrio. Cara, o garoto deu um show! Eu tinha ficado "bleh" com a caracterização dele (mas é 1973, pessoal...), mas a cena em que ele tira Magneto da prisão de máxima segurança é, COM CERTEZA, a mais legal! Bons efeitos especiais (super velocidade requer atenção no cinema...), boas tiradas e, vá lá, cena bem pensada. E aí, o personagem some, exatamente quando a coisa vai pear no tranco e só reaparece o final. Sabe, X-Men bem que poderia usar alguém fazendo piadinhas o tempo todo pra quebrar aquele clima de melancolia o tempo todo...

Peters como Mercúrio. Eu disse que o visual dele fazia jus à epóca :)


Outros atores, como James Marsden (Ciclope), Famke Jenssen (Jean Grey), Anna Paquin (Vampira), Kelsey Grammer (Fera)... Até mesmo o Ian McKellen e o Patrick Stewart (Magneto e Professor X no futuro) foram mal aproveitados também. Paquin e Grammer tiveram apenas um cameo (só uma aparecidinha); Jenssen e Marsden tiveram poucas falas (que só envolviam o Wolverine, vai entender). Ian e Patrick fizeram o melhor que puderam com o pouco que tinham.

Xavier e Magneto - Passado e Futuro

Ou seja, mais uma vez, X-Men foi ofuscado pelo Wolverine. Não que eu não goste do personagem, adoro ele e o Hugh Jackman. Mas focar mais um filme nele fica chato, né? Ele é o herói e salva o dia praticamenete sozinho. Pra que outros "men" se tem ele?

O que eu mais gostei foi o fato de que os vilões do filme são os próprios heróis. O Xavier desesperançoso, o Magneto implacável, a Mística em busca de vingança, o Fera voltando a se esconder... O tempo todo é um batalha interna que torna o filme psicológico e audacioso. Ao mesmo tempo que eles têm que se encontrar internamente, eles tentam lutar contra o Dr. Bolivar Trask, que criou os robôs que no futuro dizimarão a população.

Tenham medo. Muito medo
Ok, outra decepção aqui. Assisto "Game of Thrones" e há poucas semanas tivemos um SHOW de atuação do Peter Dinklage. Que ele não mostrou como Trask. Personagem totalmente sem sal, sem falas e quase sem importância. Ficou apagado num redomoinho de informações aleatórias que não parece ser o vilão.

Bom, é toda essa história de viagem no tempo pra consertar o passado e o fim do filme... pfff. É, na melhor das palavras broxante. Quem assistiu "De volta pro Futuro" sabe que qualquer mudança na linha cronológica, mesmo que seja mínima e pra consertar a vida, pode sair pela culatra. E é exatamente o que não acontece no filme. Todas as mudanças que acontecem na cronologia (que não são pequenas) só tem bons resultados. O mundo termina lindo, como no começo de X-Men (o antigo, de 2000). Alguns personagens somem e ficamos sem saber oque houve com eles (Magneto *cofcof*) e só. Terminar o filme bem daquele jeito me chateou.

(Minha pergunta é: como impedir a construção dos Sentinela teria algum efeito na história da Fênix Negra [enredo de O Confronto Final]? Pelo que eu sei, a Fênix estava dentro da Jean por algum motivo que não envolvia nada disso...).



A melhor cena na minha opinião (do Mercúrio): https://www.youtube.com/watch?v=Suxugk0_YqI

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Capitão América 2 - O Soldado Invernal





Ontem (09.04.14), eu, meus irmãos e nossos amigos fomos à pré estreia de "Capitão América 2 - O Soldado Invernal". É um hábito nosso ir curtir os filmes à meia noite e depois ficar zumbi no dia seguinte.

Fizemos com vários outros filme (principalmente os da Marvel, claro) e já até aconteceram algum problemas.

Na estreia de "Homem de Ferro 3", o site estava vendendo uma pré estreia na quarta-feira (o que não é nada comum, porque elas geralmente ocorrem na quinta pra sexta). Mas tudo bem, compramos e fomos só pra dar de cara com a porta, porque a sessão na existia. Então dá pra imaginar como reagimos ao ver uma pré-estreia na quarta novamente. Mas dessa vez era verdade!

O pouco que os trailers deixaram escapar do filme já deixavam claro que esse seria muito bom. Mas eu não confio só em trailers porque não curti Homem de Ferro 3, apesar de ter parecido muito bom. Fui com um pé atrás e fui surpreendida! O filme não está só MUITO BOM (como foi o caso de Thor 2 - O Mundo Sombrio). Está ótimo! Daquele tipo de filme que você sai do cinema às 3h da manhã e não vê a hora de ver de novo? Sim, desse jeito.

Acho que qualquer resumo que eu faça aqui vai conter spoilers, então não vou nem tentar. Mas vou deixar bem claro que, nas palavras do próprio Chris Evans, esse filme explica porque o Capitão América está no super grupo Vingadores. O cara realmente é bom no que faz!

A primeira sequência de lutas é eletrizante. Na verdade, todas as lutas do filme foram muito bem coreografadas, principalmente aquelas que envolvem o protagonista e o vilão do título, o Soldado Invernal. (spoiler alert!!!! [nem sei se isso é considerado spoiler, mas...] : o soldado é, na verdade, o melhor amigo do Capitão Rogers, Bucky Barnes, que morreu no primeiro filme. Ele foi vítima de experiências macabras da HIDRA e se tornou... O Soldado Invernal.)

Apesar de não aparecer muito (acho que ele aparece mesmo só na metade do filme /sem certeza), o soldado roubou a cena, pelo menos na minha opinião. Gosto muito desse ator e adorei vê-lo se aprofundando num personagem tão sombrio e intenso.
Sim, a palavra que descreve o filme todo é INTENSO. Um roteiro denso, bem elaborado e cheio de reviravoltas (uma delas é bem previsível, pra ser honesta...). As piadinhas também estavam com timings perfeitos, a maioria da personagem de Scarlet Johansson, a Viúva Negra.

O filme não me desapontou de forma alguma. Tanto que fiquei até o fim dos créditos para assistir às cenas extras que, na minha opinião, valem a pena :)


Viúva Negra e Capitão América.








O Soldado Invernal